IPTU 2026: certidões que talvez você precise

Fevereiro chegou e, com ele, aquela sensação de que o ano finalmente engrenou. Passada a euforia das festas (pelo menos um pouquinho), o foco agora se volta para as obrigações, como o IPTU 2026 e manter o patrimônio em ordem. Se você é proprietário, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) já deve estar na sua mesa ou no seu e-mail. Mas o que muita gente esquece é que esse imposto é apenas o começo de uma conversa muito mais importante sobre a segurança do seu imóvel. Para quem planeja vender, alugar ou até mesmo regularizar uma pendência antiga, os documentos certos são o seu melhor aliado. Mas você sabe quais são as certidões que podem travar o seu negócio se não forem emitidas? Continue lendo e descubra como se antecipar. Prazos e descontos De maneira geral, cada cidade e município tem suas datas e prazos específicos. Ficar atento ao calendário local é o primeiro passo, você pode escolher entre as duas opções: Cota única: Geralmente oferece os melhores descontos, para pagamentos entre janeiro e fevereiro. Início das parcelas: Para quem prefere diluir o valor ao longo do ano, mantendo o fôlego do caixa. Na cidade de Curitiba, por exemplo, o benefício tem 10% de desconto para o pagamento à vista do imposto. Já para os cariocas, fica um alerta é de urgência para quem quer aproveitar o desconto. O prazo para o pagamento da cota única ou da primeira parcela do IPTU 2026 vence amanhã (6/2). Perder essas datas não significa apenas perder descontos, mas também abrir margem para que a situação fiscal do imóvel fique irregular perante o município. Além do boleto: a Certidão de Valor Venal Você já se perguntou como a prefeitura chega ao valor do seu imposto? É aí que entra a certidão de valor venal. Ela é o documento oficial que detalha o valor de mercado atribuído ao seu bem pelo poder público. A palavra venal significa: algo que possa ser vendido, o cálculo utilizado para determinar o valor do IPTU segue a seguinte conta: Valor Venal x Alíquota = IPTU Fatores como área construída, terreno, localização e valorização da região influenciam diretamente no valor final. Saber sobre a certidão de valor venal é essencial por vários motivos: É a base para o cálculo de escrituras e ITBI. É indispensável em processos de inventário. Serve como parâmetro caso você precise contestar o valor do próprio IPTU. Muitas prefeituras, como a de Paulista, em Pernambuco, investem na modernização do atendimento para facilitar o acesso do contribuinte a essas informações e à arrecadação. O “check-up” do seu imóvel Se o valor venal diz quanto o imóvel vale, a certidão negativa de débitos imobiliários diz o quão integro ele está. Ela funciona como um atestado de bons antecedentes financeiros. Sem ela, é praticamente impossível concluir uma venda ou conseguir um financiamento bancário. Ao checar a situação fiscal do imóvel agora em fevereiro, você ganha tempo para resolver qualquer pendência que possa ter surgido no sistema, evitando que o débito se transforme em uma execução fiscal. Na Central das Certidões, você solicita esse documento de forma simples e rápida, sem precisar entender de termos técnicos ou enfrentar filas. Organizar para valorizar Ter os documentos para regularizar imóvel em uma pasta — digital ou física — é uma estratégia de valorização. Um imóvel com a documentação em dia vale mais e é vendido mais rápido. Além das certidões municipais, manter a matrícula atualizada é o passo final para a segurança total. Sua tranquilidade a um clique de distância Manter o IPTU é essencial para um proprietário responsável, mas garantir que toda a documentação acessória esteja correta é o que realmente protege o seu futuro e o da sua família. Fevereiro é o mês perfeito para colocar a casa em ordem e aproveitar as facilidades que a tecnologia oferece. Precisa garantir a segunda via da certidão negativa de débitos imobiliários? Não deixe para depois: Acesse o site da Central das Certidões, peça seus documentos online e receba tudo com a segurança você e que o seu patrimônio merece.